…como um molusco cego entre as algas da dua ansiedade…
(Ilustrações de Carybé para edição brasileira de Cem anos de solidão de Gabriel García Márquez)
…como um molusco cego entre as algas da dua ansiedade…
(Ilustrações de Carybé para edição brasileira de Cem anos de solidão de Gabriel García Márquez)
(Source: my-milky-way, via fleurs-maladives)
que o meu coração esteja sempre aberto
às pequenas aves que são os segredos da vida
o que quer que cantem é melhor do que conhecer
e se os homens não as ouvem estão velhos
que o meu pensamento caminhe pelo faminto
e destemido e sedento e servil
e mesmo que seja domingo que eu me engane
pois sempre que os homens têm razão não são jovens
e que eu não faça nada de útil
e te ame muito mais do que verdadeiramente
nunca houve ninguém tão louco
que não conseguisse chamar a si todo o céu com um sorriso
e.e. cummings
— Walter Benjamin em Surrealismo: o último instantâneo da inteligência europeia
Seja
breve
e sábia,
beba
o vinho
pois contém
o tempo;
afaste
a longa
esperança
colha
o dia.
(Roberto Corrêa dos Santos)